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20/10/2026 às 12:43 am #3830
JaquelineParticipanteA situação requer um manejo com muito cuidado, pois existem situações em que é preciso fazer o que o paciente precisa e não o que ele quer. Nesse caso, ele precisa entender que existe a necessidade da intervenção de um profissional de psiquiatria, pois a psicanálise tem suas limitações.
20/10/2026 às 12:34 am #3829
JaquelineParticipanteEstá claro no caso apresentado que não foram feitos os acordos necessários para que o setting se sustente ao longo do processo terapêutico. Cabe ao analista alinhar as regras junto do paciente, considerando desde o início as questões pessoais do analisando, porém deixando tudo bem definido para que não haja intercorrências durante o trabalho terapêutico.
20/10/2026 às 12:29 am #3828
JaquelineParticipanteO sigilo não deve ser mantido de forma integral quando houver riscos à segurança física da própria pessoa e de terceiros. No caso relatado, está claro que existe um risco à segurança de outra pessoa, e a situação pede uma atenção maior por parte do analista.
20/10/2026 às 12:22 am #3827
JaquelineParticipanteTive um paciente de difícil manejo. Ele sempre trazia nas sessões situações para me testar. Levei o caso para supervisão, mas tive que trabalhar a situação em minha análise pessoal. Com o tempo, consegui conduzir as sessões com esse paciente e tivemos grandes resultados.
18/07/2026 às 2:18 am #2339
JaquelineParticipanteEu também vejo da mesma forma a importância das contribuições de cada autor. No dia a dia da prática clínica vamos nos deparar com diversas situações diferentes, e cada uma dessas situações irá nos remeter a uma teoria, trazendo o entendimento necessário para aquele caso clínico.
18/07/2026 às 2:15 am #2338
JaquelineParticipanteGosto da abordagem de Melanie Klein, onde o brincar faz o papel da associação livre no trabalho terapêutico com crianças.
Um exemplo prático pode ser visto no ato de brincar de uma criança de 6 anos, a qual está no início da alfabetização escolar e pode viver alguns conflitos ao adentrar o universo escolar e seus pares. Num momento de brincadeira, poderá escolher ações, personagens ou brinquedos que simbolizam a angústia que vive em seu dia a dia.-
Esta resposta foi modificada 3 meses, 2 semanas atrás por
Jaqueline.
18/07/2026 às 2:01 am #2335
JaquelineParticipanteNo início dos meus atendimentos, ainda no período de estágio, eu tinha uma escuta diferente da que tenho hoje em dia. Precisei desenvolver uma escuta neutra e sem intervenções, pois no início da minha carreira eu escutava o paciente e já queria dar um sentido ao material que ele trazia, perdendo a conexão que a relação terapêutica necessitava. Foi com a prática que eu consegui entender a diferença entre escutar e ouvir.
16/07/2026 às 2:45 am #2050
JaquelineParticipanteEu começaria perguntando por que a esposa estaria sugerindo que ele procurasse atendimento. Essa pergunta ajuda a abrir a conversa, pois o silêncio e o comportamento evitativo pode estar associado a uma não abertura, um “não quero falar sobre isso”, ou apenas estar sinalizando um “não sei o que falar”.
O mais importante é compreender que cada paciente tem seu tempo, escutando sem julgamentos, tendo uma escuta acolhedora. É importante respeitar o tempo lógico de cada paciente, conduzindo a primeira entrevista da forma mais natural possível. -
Esta resposta foi modificada 3 meses, 2 semanas atrás por
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