Desafio do Módulo 5 — Contrato Terapêutico e Limites da Atuação
Situação: Renata, psicanalista há 3 anos
Um paciente em atendimento há um ano passa a relatar insônia grave, perda de apetite e pensamentos recorrentes de que “nada faz mais sentido”. Ele resiste à ideia de buscar avaliação psiquiátrica, dizendo que só confia no espaço da análise.
Sugestões para análise:
1. Que elementos desse relato sinalizam que o caso pode exceder os limites da escuta psicanalítica isolada?
2. Como Renata pode propor um encaminhamento sem que o paciente sinta isso como abandono?
3. Que aspectos do contrato terapêutico ajudam a sustentar essa conversa com clareza?
Reconhecer os limites da própria atuação é tão importante quanto sustentar a escuta. Compartilhe sua leitura aqui no fórum e vamos refletir juntos sobre esse dilema.