Olá, turma!
Paula, 31 anos, conta com muita vergonha que tem fantasias de submissão em suas relações íntimas. Não sabe de onde elas vêm e não consegue falar sobre elas com o parceiro. Pergunta, angustiada: “Será que eu sou perversa?”
Desafio: a presença dessa fantasia basta para falar em estrutura perversa? Que elementos da fala de Paula ajudam a pensar a posição dela diante da própria fantasia?
Apoie-se nos Capítulos 2 e 4 do e-book. Publique sua análise e comente a resposta de pelo menos um colega.
Bom trabalho!
Conselho Ibero-Americano de Psicanálise · cipbrasil.org