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  • #1773
    CIP
    Participante

    Desafio do Módulo 2

    Curso de Psicanálise Infantil

    Contexto do módulo 2:

    Neste módulo você estudou como os vínculos afetivos precoces moldam o psiquismo: a teoria do apego de Bowlby e Ainsworth, o holding e o ambiente facilitador de Winnicott, a separação-individuação de Mahler, a distinção entre self verdadeiro e falso, e as contribuições da neurociência afetiva para a compreensão do desenvolvimento emocional.

    Questão central:

    Pense em uma criança que você conhece — ou imagine uma — que apresenta dificuldades em confiar nos adultos, reage com indiferença ou com intensidade excessiva nas situações de separação e reencontro.
    Com base no que aprendemos sobre os padrões de apego e o desenvolvimento emocional, como você compreenderia o comportamento dessa criança? Que tipo de vínculo terapêutico você buscaria construir com ela?

    Orientações para sua reflexão:

    1. Identifique o padrão — Qual padrão de apego (seguro, evitativo, ambivalente ou desorganizado) você reconhece no comportamento da criança descrita? Justifique.
    2. Articule a teoria — Como os conceitos de holding, modelo operativo interno ou self verdadeiro/falso ajudam a compreender o sofrimento dessa criança?
    3. Pense na clínica — Que qualidades da relação terapêutica seriam mais importantes para essa criança? O que você ofereceria que o ambiente não ofereceu?
    4. Dialogue com colegas — Comente a reflexão de um colega: você chegou a uma leitura semelhante ou enxergou outros aspectos do caso?

    Não há resposta única. O fórum é espaço de elaboração genuína — sua leitura clínica, mesmo que incerta, tem valor e enriquece o grupo.

    Que padrão de apego você reconheceu nessa cena? Compartilhe sua leitura aqui no fórum e ajude a enriquecer o olhar clínico de todo o grupo!

    #2420
    JOSE AMANCIO
    Participante

    Seria importante considerar que não se deve diagnosticarum padrão de apego apenas por um comportamento isolado.Seria necessário observar a história da criança, suas relações familiares, a frequência das reações e os contextos em que elas aparecem. Na relação terapêutica, eu buscaria construir um vínculo seguro, constante e prevsível.

    #2867
    marcio3mrjo
    Participante

    1. Padrão de apego evitativo , pelo fato dela não confiar nos adultos, são sintomas se alguém que não teve na mãe a figura de Porto Seguro esperado pelo bebê, até o período de dois anos de idade. Teve os pais separados e não conseguia rever a mãe com a frequência adequada, essa separação do contato materno fez com que ela desenvolvesse esse comportamento evitativo e de desconfiança.
    2. O vínculo terapêutico para ela seria, buscar os pais num diálogo acolhedor e vincular novamente essa criança com a presença da mãe, para que ela possa ser ancorada com a figura materna.

    #2868
    marcio3mrjo
    Participante

    Isso mesmo, José , observar o contexto histórico da criança é uma das opções assertivas para entender o que fez com que ela ficasse resistente aos adultos.

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