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  • #3584

    Olá, turma!

    Paula, 31 anos, conta com muita vergonha que tem fantasias de submissão em suas relações íntimas. Não sabe de onde elas vêm e não consegue falar sobre elas com o parceiro. Pergunta, angustiada: “Será que eu sou perversa?”

    Desafio: a presença dessa fantasia basta para falar em estrutura perversa? Que elementos da fala de Paula ajudam a pensar a posição dela diante da própria fantasia?

    Apoie-se nos Capítulos 2 e 4 do e-book. Publique sua análise e comente a resposta de pelo menos um colega.

    Bom trabalho!

    Conselho Ibero-Americano de Psicanálise · cipbrasil.org

    #3990

    O fato de ter as fantasias não faz dele diferente , mas cabe a ele falar sobre o desejos sexual e se abrir com o parceiro

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